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9 de março de 2015

Homenagem do NERDS POR HQ ao dia das mulheres

 Homenagem ao dia das mulheres

Mulher-Maravilha (em inglês, Wonder Woman) é uma super-heroína grega, personagem fictícia de histórias em quadrinhospublicadas pela editora estadunidense DC Comics. Criada pelo Dr. William Moulton Marston, foi a primeira heroína da DC Comics. Sua primeira aventura foi na revista All Star Comics #8 em dezembro de 1941, nos Estados Unidos. A personagem é um dos maiores ícones pop de sexo feminino.
Princesa e Embaixadora das Amazonas da Ilha Paraíso (também conhecida como Temíscira ou Themyscira), filha da rainha das amazonas, Hipólita. Ela foi mandada ao “mundo dos homens” para propagar a paz, sendo a defensora da verdade e da vida na luta entre os homens e o firmamento, entre os mortais e os deuses. Possuindo habilidades super-humanas e seu laço da verdade, ela faz parte da Trindade da DC Comics e muitas vezes funciona como o equilíbrio entre os extremos deSuperman e Batman 1 . Tornou-se integrante da Liga da Justiça.
Ícone do Feminismo
Segundo o repórter Jill Lepore em artigo pra revista New Yorker Magazine5 , a ‘Mulher Maravilha foi concebida pelo Dr. Marston para criar um padrão entre as crianças e jovens de uma feminilidade forte, livre e corajosa; para combater a ideia de que as mulheres são inferiores aos homens, e para inspirar as meninas a terem auto-confiança e a se realizarem no esporte e nas ocupações e profissões monopolizadas por homens’, porque ‘a única esperança para a civilização é a maior liberdade, desenvolvimento e igualdade das mulheres em todos campos da atividade humana.’6 O próprio William Marston escreveu, ao justificar sua criação que "a Mulher-Maravilha é a propaganda psicológica para o novo tipo de mulher que, creio eu, deve governar o mundo".7 Embora Gloria Steinem tivesse colocado a Mulher-Maravilha na primeira capa autônoma de Msem 1972, Marston, escrevendo bem antes, projetou a Mulher-Maravilha como representante de um modelo particular do poder feminino. O Feminismo discute que as mulheres são iguais aos homens e devem ser tratadas como elas são.
§Outros nomes
Na versão brasileira, já foi erroneamente traduzida como Super Mulher na editora Orbis e Miss América na época da Editora Ebal. O nome só mudou quando o serie de TVMulher Maravilha foi exibido no país8 . Isto é digno de nota, pois a DC Comics já possuía uma heroína chamada Miss America, e também a Marvel. Em Portugal, a Mulher-Maravilha é traduzida como Supermulher, o que também é errôneo. Supermulher é o nome de duas personagens já existentes da DC Comics, sendo uma vilã do Sindicato do Crime, e outra uma heroína que apareceu em duas aventuras de Superman, e deixou de existir após Crise nas Infinitas Terras.
§História
Ilha Paraíso era habitada pelas antigas amazonas da mitologia, e não havia homens na ilha. A Mulher-Maravilha veio ao mundo na Ilha Paraíso como uma estátua de menina criada por Hipólita (rainha das amazonas) e Hades ( deus do mundo inferior). Tão apaixonada por sua escultura, a rainha pediu aos deuses que dessem vida a figura, e foi atendida (semelhante ao mito grego de Pigmaleão). Recebeu o nome de Diana. Junto com a vida, os deuses também deram várias habilidades a garotinha, que já em tenra idade era forte capaz de arrancar uma árvore a mãos nuas e correr mais que uma gazela.
Quando Diana estava adulta, Steve Trevor, piloto da Força Aérea americana colidiu com seu avião na Ilha Paraíso. A Rainha Hipólita decretou que a amazona que vencesse diversas provas entre elas teria a incumbência de levar Steve de volta aos Estados Unidos, e se tornaria uma campeã em nome das amazonas em território americano. Proibida de participar por sua mãe, Diana se disfarçou e ganhou o contesto, que incluía lutas armadas sobre kangoos (espécies de canguru nativos da Ilha Paraíso), competição de corrida, e aparar balas com seus braceletes.
A Mulher-Maravilha adotou a identidade secreta de Diana Prince, uma enfermeira da Força Aérea americana. Era apaixonada por Steve Trevor. Nesta versão ela não voava realmente (planava em correntes de ar) e usava um rádio de ondas telepáticas. Na história publicada em Sensation Comics #1, janeiro de 1942, havia uma enfermeira de nome Diana Prince, a qual a Mulher-Maravilha ajudou. Esta Diana aceitou deixar que a super-heroína, que desejava ficar do lado do paciente Steve Trevor, assumisse sua identidade enquanto ela partiu para junto de um soldado namorado seu, que estava na América do Sul. Uma das personagens coadjuvantes de maior sucesso era a gordinha Etta Candy, uma das fãs da Mulher-Maravilha denominadas "Garotas Hollyday" (conforme tradução para o português na revista brasileira "Coleção DC 70 anos #3", da Editora Panini, julho de 2008).
Como oponentes, a Mulher-Maravilha tinha diversos vilões clássicos da Era de Ouro dos Quadrinhos (Maligna (originária de Saturno), Giganta, Mulher-Leopardo, Rainha Clea (da Atlântida), Doutora Veneno, a sacerdotisa Zara), algumas reformuladas na Era de Prata e que continuam aparecendo nas histórias modernas.

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