27 de maio de 2016

DIA DO ORGULHO NERD DA NAGEM NO SHOPPING CENTER RECIFE







 Nós, da Nerds por HQ, desde já, agradecemos a NAGEM por tudo!!!




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25 de maio de 2016

As Razões de Batman Ser Facilmente Adaptável ao Cinema – 1/3: Simbiose Entre HQs e Cinema

 Wagner Williams Ávlis*

Já notaram quão deu certo o casamento entre quadrinhos e cinema? A coisa é tão impressionante que os críticos, analisando o fenômeno, concluíram que se trata de uma relação mútua de simbiose: o cinema influencia os quadrinhos, os quadrinhos influenciam o cinema, de sorte que agora um se nutre do outro, e só não se confundem pelo estreito limite do suporte; um se movimenta pele via do desenho e da impressão; o outro pela via do cênico e da projeção. Vou mais além, contudo. Defendo que o estreito limite entre quadrinhos e cinema se intersecciona numa dada zona, a “zona neutra”, momento em que o cinema ainda não é cinema, o quadrinho ainda não é um quadrinho. Refiro-me à etapa da pré-produção.
Na pré-produção quadrinística a equipe criativa carece de buscar referências do cinema para compor a arte sequencial. Ângulos, enquadramentos, poses corporais, ritmo da trama, balanço de suspense/tensão, são recursos do cinema sendo empregados no trabalho com as HQs antes de elas serem HQs. Na pré-produção cinematográfica ocorre o percurso inverso. O cinema, antes de vir a ser, recorre a técnicas quadrinísticas, como a escrita do roteiro, os esboços em desenho (mais a colorização) de cenários, personagens, figurinos, cenas de ação-luta, os cortes e reviravoltas de cada tomada. Nessa etapa o quadrinho vira cinema, o cinema vira quadrinho; ou melhor, ambos se tornam uma só coisa ainda inominável. E essa coisa fica ainda mais nítida (ou menos nítida, como preferir!) quando um filme adapta um gibi ou um gibi adapta um filme, e é por esse feito que, não raro, o público leigo não separa uma mídia da outra; assiste ao Homem-Aranha do Sam Raimi crendo que aqueles eventos, trajes e trejeitos do personagem do filme  são fielmente os mesmos no quadrinho, ou, na contraparte, quem nunca assistiu à franquia de Star Wars, mas se aventura em suas HQs do universo estendido, supõe, o que lê ali, seja o mesmo conteúdo do filme.
Zona neutra: o storyboard é um ponto comum entre quadrinho e cinema, pois esse processo pré-produtivo é obrigatório a ambos. Foto dos storyboards para "Batman, O Filme" (1989), de Tim Burtom (para ver mais, acesse aqui).
A explicação científica tanto para a relação de simbiose quanto para a chamada “zona neutra” entre os quadrinhos e o cinema está na Linguística[1], e são duas:
O quadrinho e o cinema são intertextos híbridos – “Texto” é todo discurso com significado que circula na sociedade; “intertextos” são textos que nascem de outros textos e a eles fazem referência; “híbrido” é aquilo que apresenta uma mistura de diferentes elementos. O quadrinho é uma arte intertextual híbrida porque ele derivou e alia técnicas de outras artes, a Literatura, as Artes Plásticas, a Fotografia. De igual modo, o cinema derivou e alia técnicas de todas as artes juntas. Consequentemente, o quadrinho e o cinema possuem uma vocação natural a se misturarem um ao outro, ou ambos a outros.
O quadrinho e o cinema são gêneros discursivos – “Gênero (textual)” são estruturas  da composição de textos (orais ou escritos) socialmente reconhecidas. “Discursivo” tem a ver com discurso. O linguista Mikhail Bakhtin (1895-1975) observou que os gêneros são instáveis devido a se desenvolverem e serem transmitidos nas diversificadas práticas humanas, levando em conta traços linguísticos, aspectos retóricos, cognitivos, interacionais. Entretanto, entre os gêneros, há um continuum, pois existem traços estruturais de um gênero associado à função de outro. Levados por esse fenômeno do gênero textual, que ata linguagem, discurso, cultura, o quadrinho e o cinema conseguem se atar com mais facilidade do que outras artes porque possuem estruturas e funções em comum, mesmo que seu público não seja necessariamente comum.
Agora pegue toda essa relação simbiótica entre quadrinhos e cinema, acrescente a ela o que Gustav Jung (1875-1961) chamou de “inconsciente coletivo”– nosso imaginário que alia medo e fantasia, com seres conhecidos que o povoam, seres como o folclore, o terror, a violência, a aventura, morcegos, vampiros, detetives, e vislumbrará a compreensão do porquê é tão fácil adaptar Batman ao cinema, com a certeza do êxito, mesmo que o filme seja ruim.
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(*) Professor de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, Redação, escritor da Academia Maceioense de Letras, articulista de imprensa. Nas horas vagas, é historiador do Homem-Morcego. 



[1] Área de estudo científico da linguagem preocupada em investigar quais são os desdobramentos e nuances envolvidos na linguagem humana.

Referências Bibliográficas (das 3 partes):
Batman – Origem e Evolução do Homem-Morcego em Filmes e Seriados https://www.youtube.com/watch?v=jGtkd5BFfi8
Batman – Serial, 1943. In. TV Sinopse: http://www.tvsinopse.kinghost.net/b/batman431.htm
COTRIM. Gilberto. Fundamentos da Filosofia: História e Grandes Temas (16ª ed.). Cap. III: Consciência crítica e filosofia. São Paulo: ed. Saraiva, 2006, p.43.
InfanTV: A 1ª animação de Batman http://www.infantv.com.br/ne_batmanrobin.htm
NERY, Lincoln. Batman, A Trajetória (arq. PDF). Produção Independente, 2012, 526 págs.
SANTAELLA, Lucia. Gêneros Discursivos Híbridos na Era da Hipermídia. In. Bakhtiniana – Revista de Estudos do Discurso, vol. 9, nº 2. São Paulo: Revistas PUC, 2014, pp.206-210.
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18 de maio de 2016

Heróis e Vilões da Vida Real #2 Especial Dia das Mães

Xiang Liujuan  Exemplo supremo do instinto materno



No dia 26 de Julho 2015, no shopping de Jingzhou, na província central de Hubei na China, câmeras de segurança, registarão uma cena chocante,uma mãe aparente ter 30 anos, com uma criança nos braços, quando subitamente ela cai dentre de um tapão que se abriu debaixo do seus pés, duas funcionarias do shopping tenta ajudar ela sair dali, mas as engrenagens a pegaram, usando suas ultimas força, ela entrega seu filho a uma das funcionarias, sacrificando a propiá vida pela do filho, esse vídeo comoveu muito chines, e vários deles manifestou pela rede social Weibo, Também conhecido como o Twitter chinês, o SinaWeibo é uma rede de microblogs que possui mais de 300 milhões de participantes em um país com um pouco mais de meio bilhão de usuários de internet, uma frase de um dos internautas eu usei no título dessa postagem Exemplo supremo do instinto materno”, uma grande herói-na, um grande exemplo de ser humano de coragem e força, da vida real.






Hipólita a mãe maravilha

Dando uma olhada em Nova 52 da DCU, uma coisa me chamou a atenção para essa postagem, a deusa Era descobri um caso de Hipólita com Zeus, mas invés de se acovada, assumi os ricos e se sacrifica para salvar sua filha Diana, para quem não acompanha nova 52 eu explico, esta Hipólita do nova 52 não moda Diana de barro como é mais conhecida:. Em vez disso, ela deu à luz sua filha de um relacionamento com Zeus, inventar uma mentira para proteger Diana de raiva de Hera,

Depois que a verdade sobre o nascimento de Diana é revelado, Hera, a rainha dos deuses gregos, aparece em Paradise Island para punir Hipólita (não por ter um caso com o marido, mas por ter sido muito fraca para resistir a sedução de Zeus). Hipólita tinha previsto isso, e pede Hera para tomar sua vida em troca de deixar Diana ao vivo. No entanto, Hera muda de ideia no último segundo e, em vez de matar Hippolyta, a transforma em pedra e o resto das amazonas, menos Diana, em cobras, assim destruindo a casa de Wonder Woman e sua única família.
também podemos usar a frase do chinês, para a mãe que se sacrificou, Exemplo supremo do instinto materno”.







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11 de maio de 2016

Heróis e Vilões da Vida Real #1 - Superman: Christopher Reeve


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O Super-Herói da Vida Real



Oscar John Houseman supervisor da
Juilliard School of Performing Arts





















É com imenso prazer que estreio esse quadro Heróis e Vilões da Vida Real falando desse Super-Homem, Christopher Reeve, para quem não sabe, ele foi um grande ator norte americano, que nasceu em Nova York em 1952, foi um grande ator, que ficou eternizado na pele de Superman nos cinemas, Christopher começou a atuar com dez anos de idade, em uma produção teatral de Gilbert e Sullivan, intitulada "The Yeoman of the Guard" no McCarter Theater em Princeton, e juntou-se ao sindicato dos atores, quando tinha dezesseis anos.

Depois de terminar o colegial, Reeve estudou na Universidade de Cornell, enquanto ao mesmo tempo trabalhava como ator profissional.

Em seu último ano de Cornell, ele foi um dos dois alunos selecionados (Robin Williams foi o outro) para estudar na famosa Escola de Nova York, chamada Juilliard School of Performing Arts", sob a supervisão do renomado John Houseman.
Ator, Diretor e Ativista

A contribuição de Christopher a arte e as causas sociais e sócio ecológica, não tinham limiteis, ele foi presidente e diretor de muitas fundações como a The Creative Coalition, que foi Co Presidente que ajudou a criar a reciclagem em Nova York, também fez parte da Save the Children, a Anistia Internacional, Recursos Conselho de Defesa Natural, a Força Aérea Ambiental e de monitoração da América. Ele recebeu o prêmio Obie Award e o prêmio anual da Fundação Walter Briehl Direitos Humanos em 88, por ter ajudar 77 atores ameaçadas de execução pelo regime de Pinochet em Santiago no Chile.

Em 1978 Christopher interpreta Superman nos cinemas, papel que deixou mais famoso, mas já era um grande ator, em 1995 ele sofre um terrível acidente de cavalo, com que fez ele fraturar duas vértebras próximas ao seu pescoço que deixou sua medula espinhal danificada, ficando tetraplégico.


A queda e a volta por cima do Super-Herói




Christopher Reeve ficou paralisado de uma lesão na medula espinhal tão grave, que o seu primeiro pensamento lúcido era que poderia ser melhor para todos se ele morresse.






Com essas palavras, Christopher escolheu viver. Depois de meses de reabilitação esgotante e terapia, Christopher voltou para casa para encontrar-se cercado por uma vida tão familiar ainda completamente novo.

"Eu comecei a encarar minha nova vida. Em Ação de Graças em 1995, fui para casa para passar o dia com a minha família. Na calçada, quando vi a nossa casa de novo, eu chorava. Dana me segurou. Na mesa de jantar, quando cada de nós, por sua vez falou algumas palavras sobre o que estamos gratos por, a 3 anos de idade, Will disse: 'pai".
A Instituição Christopher e Dana Reeve

Em 1982 o jovem Henry Stifel, envolve se em um acidente de carro que o deixou paralisado aos 17 anos. Com isso é fundada a Stifel Paralysis Foundation conduzido pela comunidade Research, logo se tornou o Paralisia Associação Americana (APA), os fundadores da APA tinham uma fé muito grande que o investigadores e os neurocientistas iria encontrar uma maneira de conectar e regenerar os nervos danificados e células que resultam em paralisia.

Em 1995 depois de sua lesão Christopher procura a APA, e como ele dizia "Eu sempre fui um cruzado para causas em que acredito. Desta vez, a causa me encontrou." Christopher compartilhada crença da APA em uma cura e emprestou seu nome, paixão e unidade para a organização que finalmente se tornou conhecido como o Christopher e Dana Reeve Foundation. Ele fez muito pela fundação, mais do que trazer mais recursos, esperança e fé nos sonhos de muitos que trabalham pra causa, até hoje a Christopher e Dana Reeve Foundation ajuda as pessoas com deficiência, e eles lembram dele com muito carinho, e como o maior herói que eles já tiveram o prazer de conhecer.


Para conhecer e doar para a Christopher e Dana Reeve Foundation é só clicar no link a baixo:

Christopher e Dana Reeve Foundation.












Superman



Um herói feito de aço, de outro planeta, mais admirado por muitos e odiado por outros, acima de tudo um herói altamente digno e responsável, e que inspiração aos homens, a serem humanos cada vez melhores, líder de uma super equipe A Liga da Justiça, e os demais companheiros também tem uma admiração inigualável por ele.


Na Ficção
Primeira HQ do Superman

Superman e suas fazes


Um Super-Ser como nenhum outro, que teve seu planeta natal destruído, por isso não mede esforços para ajudar os humanos e o planeta que adotou como seu novo lar, caiu em uma nave ainda criança, em um celeiro em Smalville, na humilde fazenda da família Kent, que os criaram como seu filho, sem revelar ao mundo quem ele era, dando amor e carinho ao beber alienígena, que cresceu um homem digno, depois se mudou para cidade grande, Metrópoles onde passou a trabalhar em um jornal, o Planeta Diário, lá todos o conhecia por Clark Kent seu nome humano, mas seu nome de batismo era Cal-el seu nome Kriptoniano.





Foi no Planeta Diário onde ele começou a conhecer as pessoas e seus problemas na cidade grande, diferente dos problemas das pessoas do interior, onde ele resolve-o virar herói e se expor para o mundo como o Superman, colocando em risco o segredo que seus pais tanto protegeram deis de sua infância, mas graça a essa coragem ele inspirou os humanos e heróis de todo universo.
















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